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Comunicação e Imprensa

Banco de Livros recebe doações e lança obra escrita por pessoas privadas de liberdade na 72ª Feira do Livro de Porto Alegre

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Com estande na Praça da Alfândega, instituição receberá doações e lançará o 7º volume do livro “Vozes de um Tempo”.

 

Um livro que já encantou um leitor pode abrir caminhos para muitos outros. É com esse convite que o Banco de Livros, integrante dos Bancos Sociais da FIERGS, estará na 72ª Feira do Livro de Porto Alegre, de 30 de outubro a 15 de novembro de 2026. Durante o evento, o público poderá visitar o estande da instituição, no Setor Sul da Praça da Alfândega, e doar exemplares novos e usados em bom estado de conservação, que levarão leitura, conhecimento e acolhimento a diferentes comunidades do Rio Grande do Sul.

 

O espaço funcionará diariamente, das 11h às 20h, recebendo publicações em bom estado de conservação. A necessidade é especialmente grande por obras de literatura infantil e infantojuvenil, fundamentais para despertar a curiosidade e aproximar crianças e adolescentes do universo dos livros. Gibis, quadrinhos e obras literárias para outras faixas etárias também são bem-vindos.

 

As doações ajudarão a abastecer salas de leitura e acervos de escolas, creches, hospitais, associações de bairros e outras organizações sociais. Para quem doa, é a oportunidade de dar um novo destino àquele exemplar guardado na estante. Para quem recebe, pode ser o encontro com uma história capaz de despertar a imaginação, fazer companhia ou apresentar novas possibilidades de futuro.

 

“Vozes de um Tempo”: histórias que encontram espaço na literatura.

 

Além da arrecadação, a participação do Banco de Livros na Feira terá um momento dedicado à expressão e à inclusão por meio da escrita. No dia 12 de novembro, das 10h às 12h, no Clube do Comércio, a instituição promoverá o lançamento do 7º volume de “Vozes de um Tempo”, obra integrante do Projeto Passaporte para o Futuro.

 

A coletânea reúne contos, crônicas, poesias e ilustrações produzidos por pessoas privadas de liberdade em unidades prisionais do Estado. Muitos dos participantes tiveram, por meio do projeto, suas primeiras experiências com a literatura e encontraram na escrita uma maneira de compartilhar sentimentos e reflexões.

 

Ao aproximar esses autores dos leitores, a publicação amplia o espaço para histórias que nem sempre encontram escuta. Cada texto revela uma perspectiva e reforça o potencial da leitura e da escrita como instrumentos de expressão, aprendizado e reintegração social.